Eu, não ela, nem Valerie, nem prostituta ou cigana alguma.
Eu como uma ferida aberta, como uma casa de porta escancarada.
Eu e meus traumas, minhas barreiras, e depois delas, eu e meus sentimentos.
Meu ego, tão somente o meu egoísmo, na fria e inabalável da minha intimidade.
Eu quem ?
Eu não mais minha, não mais café e música, não mais livros e insonia.
Eu sua, doce, carente, sensível, bem como na insegurança quente e esquecida do meu amor.
Um pé atrás. Quem sabe dois.
Não, não o corpo todo em cima do muro, olhando pro eu-teu e pro eu-meu.
Eu-meu orgulho d'entre lágrimas, problemas, estresse, karma e sangue
Eu-teu forte, apaixonado, arisco, devotado.
Eu tantas, que quer ser tua, mas no desejo de ser se possível minha.
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