domingo, 20 de maio de 2012

sobre retorno e permanência.


Olho pra nossa foto de janeiro e penso, humildemente, no que foi que eu fiz pra merecer tudo, tanto as partes ruins quanto as boas. E me afogo nesses teus olhos de oceano, me desmancho lembrando dos teus carinhos e palavras. Assim, nesse comboio de corda, sem sentido, sem receio. E quando o rio que habita nas pálpebras tuas resolve a mata escura dos meus olhos visitar, me encanta, me mima, me ganha e me atormenta cada segundo pra eu te querer mais.  Não com desejo carnal, com o amor de alma, não com carinho de corpo, de toque, com carinho astral. E como encaixa bem o teu riso, teu beijo protetor na testa, aquele abraço que esquenta e que protege nas minhas lembranças boas. Amanhã quando eu acordar, mesmo que sem a tua doce presença na minha cama, quero que o cheiro da manhã me faça lembrar que tenho a quem amar e tenho quem me ame. 

' quero ouvir uma canção de amor que fale da minha situação, de quem deixou a segurança de seu mundo por amor '

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