- Você me fala coisas que, olha, se você não me dissesse acho que eu não ia sabe hein ?! Tem mais alguma coisa que eu não saiba, ''SABE TUDO'' ? – disse ele num tom irônico
- Olhe, tem um monte de pessoas no mundo pra você falar, não precisa ser comigo. Sabe como dizem por ai ‘a porta é serventia da casa’ . VAI !
- Já que é assim que você quer... Mas você sabe que vai se arrepender – disse ele convicto.
- Que eu saiba quem volta atrás é sempre você, então você não tem nada a perder aqui. ADEUS ! – disse ela chorando de raiva.
Pronto, havia um alivio nela. Finalmente ela havia posto um fim naquilo, mas ainda estava chorando e tremendo muito, como se não pudesse acreditar no que tinha feito.
Abriu a janela sentindo a brisa fresca do mar, sentou-se na varanda contemplando o céu, avistou Vênus.
Para os gregos Afrodite e para os babilônios Ishtar, esta era a deusa do amor e da beleza. O planeta Vênus, provavelmente, tem este nome porque ele é o mais brilhante dos planetas, sendo conhecido deste tempos pré-históricos pelos povos antigos. Aliás, Vênus é, excetuando o Sol, o objeto mais brilhante no céu. Com algumas poucas exceções, os aspectos de superfície sobre Vênus receberam nomes de figuras femininas.
- Olhe pra você querida Vênus, te fizeram ficar com o mais feios dos deuses, aquele tal de Vulcano cheio de cicatrizes, mas ninguém levou em conta sua paixão por Marte.
Apolo revelou a traição de Vênus a Vulcano, que preparou uma armadilha para os amantes e os flagrou. Ao contrário do que esperava Vênus, Marte a abandonou. Enfurecida, Vênus transformou seu amor em ódio, e contra Marte lançou uma maldição. A partir de então, Marte se apaixonaria por toda e qualquer mulher que avistasse.
- A deusa da beleza, do amor, o planeta mais brilhante. Vênus tem tudo oque quer, mas mesmo assim, foi abandonada por Marte. E como todo apaixonado iludido, Vênus passou a odiar Marte.
Tão pratica e frágil Vênus, que escolheu odiar Marte e castigar-lhe com a paixão casual. Ela nunca mais o teria, mas ele também nunca mais teria o amor dela, ela o faria ficar de mão em mão e ele nunca mais iria amar de verdade. Tão prudente Vênus odiou em vez de sofrer.
- Olhe, tem um monte de pessoas no mundo pra você falar, não precisa ser comigo. Sabe como dizem por ai ‘a porta é serventia da casa’ . VAI !
- Já que é assim que você quer... Mas você sabe que vai se arrepender – disse ele convicto.
- Que eu saiba quem volta atrás é sempre você, então você não tem nada a perder aqui. ADEUS ! – disse ela chorando de raiva.
Pronto, havia um alivio nela. Finalmente ela havia posto um fim naquilo, mas ainda estava chorando e tremendo muito, como se não pudesse acreditar no que tinha feito.
Abriu a janela sentindo a brisa fresca do mar, sentou-se na varanda contemplando o céu, avistou Vênus.
Para os gregos Afrodite e para os babilônios Ishtar, esta era a deusa do amor e da beleza. O planeta Vênus, provavelmente, tem este nome porque ele é o mais brilhante dos planetas, sendo conhecido deste tempos pré-históricos pelos povos antigos. Aliás, Vênus é, excetuando o Sol, o objeto mais brilhante no céu. Com algumas poucas exceções, os aspectos de superfície sobre Vênus receberam nomes de figuras femininas.
- Olhe pra você querida Vênus, te fizeram ficar com o mais feios dos deuses, aquele tal de Vulcano cheio de cicatrizes, mas ninguém levou em conta sua paixão por Marte.
Apolo revelou a traição de Vênus a Vulcano, que preparou uma armadilha para os amantes e os flagrou. Ao contrário do que esperava Vênus, Marte a abandonou. Enfurecida, Vênus transformou seu amor em ódio, e contra Marte lançou uma maldição. A partir de então, Marte se apaixonaria por toda e qualquer mulher que avistasse.
- A deusa da beleza, do amor, o planeta mais brilhante. Vênus tem tudo oque quer, mas mesmo assim, foi abandonada por Marte. E como todo apaixonado iludido, Vênus passou a odiar Marte.
Tão pratica e frágil Vênus, que escolheu odiar Marte e castigar-lhe com a paixão casual. Ela nunca mais o teria, mas ele também nunca mais teria o amor dela, ela o faria ficar de mão em mão e ele nunca mais iria amar de verdade. Tão prudente Vênus odiou em vez de sofrer.
Sentiu a verdade como um soco na boca do estômago.
Não podia mais ser assim, ele não podia mais falar oque quisesse, quando quisesse e eu aceitar. Ele não podia mais ir e voltar quando bem entendesse e eu achar que estava tudo bem. Aquele era o meu limite. Aquele era o 'Gran fínale'.
Eu não odiava Marte como Vênus, eu não iria lhe rogar uma praga, mas eu também não iria lhe amar mais. Eu não ia me preocupar, eu não iria ter cuidado com tudo que eu dissesse, porque ele não fazia isso.
Ela sentiu uma garoa fina em seu rosto, fazendo a despertar dos devaneios. Entrou e deitou na cama.
- Todo dia um novo começo - ela repetiu como um mantra até adormecer.
Eu não odiava Marte como Vênus, eu não iria lhe rogar uma praga, mas eu também não iria lhe amar mais. Eu não ia me preocupar, eu não iria ter cuidado com tudo que eu dissesse, porque ele não fazia isso.
Ela sentiu uma garoa fina em seu rosto, fazendo a despertar dos devaneios. Entrou e deitou na cama.
- Todo dia um novo começo - ela repetiu como um mantra até adormecer.
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