terça-feira, 11 de janeiro de 2011

quatro.

3 de novembro
- Daae – ela viu a janela do MSN subir
- oi – ela respondeu com um pouco de raiva
Conversaram sobre coisas aleatórias.
- Posso te fazer uma pergunta ? – disse ele
- faça – ela não qeria mais abrir aqela conversa, nunca mais, alguma coisa dizia qe não vinha nada ameno.
- Você ficaria comigo denovo ? – seus olhos se encheram d’agua.
- Queria poder te dar outra respostas, mas sim. – tremendo, suando, em pedaços.
- Porqe qeria me dar outra resposta ?
- Porqe você tem namorada, pra mim isso é o suficiente. – alivio.
Conversaram por mais 4 horas, resolvendo tudo qe tinha ocorrido.
Vi os dias passarem, vi seus olhos brilharem quando ela o via, vi também se encherem de ódio quando uma garota o abraçou na frente dela. Vi ela chorar abraçada ao moleton dele, por saber qe ele iria embora, qe uma hora aqilo iria acabar. E acabou, mas essa não seria a palavra certa, se desgastou, ficou pra traz.
Toda vez qe toca o telefone eu penso qe é você, toda noite de insônia eu penso em te escrever, pra dizer qe o teu silêncio me agride e não me agrada ser um calendário do ano passado. Prá dizer que teu crime me cansa, e não compensa entrar na dança depois qe a música parou [...] Escrever uma carta definitiva qe não dê alternativa prá qem lê, te chamar de carta fora do baralho, descartar, embaralhar você e fazer você voltar ’ (8’

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